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Mar…


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Mar,

Que palavra tão pequenina mas que pertence a algo imenso, a algo que em o seu limite no infinito.

Amigo Mar, só tu me entendes, só tu me ouves e gravas nas suas ondas cada palavra minha, e cada significado das minhas exclamações.

Quem me dera ser como tu. Quem me dera pertencer a esse teu imenso mundo.

Gostava de poder ter a tua força, não para atacar quem me faz mal, mas sim para me poder proteger e defender de todos os que me querem mal… assim não sofria, e certamente pensariam duas vezes antes de me querem mal.

Não entendes? Nem eu…

Também não entendo a razão porque às vezes me querem mal. Pois eu sempre dei de mim, sempre me dediquei aos outros, e a quem não devia. Tudo isto porque não sei dizer «não» na hora certa.

E o que acontece? «Matam-me» pelas costas. É a consequência de eu ser amiga de quem não devo…

Mar… meu amigo Mar, só tu me dás força e ânimo para seguir em frente sempre com um sorriso nos lábios. Só tu curas as minhas mágoas.

Sem ti, não conseguiria viver.

Adoro-te amigo…

Marta Costa

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