O medo
O que é o medo? O que é sentir medo?
Muitas pessoas dizem que não têm medo de nada, mas isso é uma inverdade.
Todos nós temos medo de alguma coisa, todos receamos que aconteça algo!
Podemos sentir medo de variadíssimas coisas, medo de algo «físico», como de pessoas ou animais, ou medo do escuro, que é meramente psicológico.
Mas, há aquelas pessoas que têm medo de agir… medo de fazer alguma coisa, porque têm medo do que podem pensar delas.
Eu, também tenho os meus medos. E tenho medo de fazer certas e determinadas coisas, ou até mesmo de dizer algo. Esse meu medo existe porque eu importo-me, mesmo não querendo, com o que os outros pensam, e isso acaba por me afectar.
Mas, o que eu mais queria, era ficar indiferente ao que os outros dizem e pensam, porque isso não me leva a lado nenhum.
Nós devemos fazer as coisas como queremos que elas sejam feitas, e não porque achamos que é a melhor maneira.
É isso mesmo!
Devemos fazer o que queremos, e ultrapassar os nossos medos, pois eles não se importam connosco.
Ultrapassar os medos é um dos passos para que possamos agir em prol da nossa Felicidade!
Marta Costa
















É verdade!! Quem não tem medo de nada é inconsciênte!
Como todos os mortais eu também tenho os meus medos.
O meu grande objectivo é perder/ultrapassar esses mesmos medos e poder prosseguir para uma vida de felicidade.
Mas não é esse o objectivo de todos? Sermos felizes?
Tudo o que foi escrito é verdade, porque há uma mito, ao qual não podemos escapar: nós somos o que os outros pensam de nós.
Nós não somos o que os outros pensam de nós. Mas achamo-lo. Por isso, agimos pensando ‘o que os outros acharão?’. Damos importância ao que os outros pensam de nós. Tornamo-nos reféns de terceiros e esquecemos o que nós pensamos de nós.
Daí advém grande parte do sofrimento, os medos de sermos esmagados pela crítica dos outros, pela personalidade que nos atribuem. E, citando a Marta, “ultrapassar os medos é um dos passos para que possamos agir em prol da nossa Felicidade!”
O pior momento do medo é o medo do próprio medo… do início de uma crise de pânico. quandose tem a mais absoluta certeza de que todos os recursos possíveis se esgotaram, e de que a vida torn-se um tênue fio entre a realidade e a mais absurda fantasia.
O que resulta disso, caso não se tenha um infarto fulminante, é que se pode se fortalecer para seguir adiante e encarar novos desafios, mais confiantes e fortalecidos .