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		<title>Época Natalícia</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 22:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vida é composta por inúmeras realidades às quais nada nos resta fazer, apenas lidar com elas e ir vivendo passo a passo cada momento.
Uma dessas realidades é que tudo o que existe um dia terá um fim, e dessa existência restará apenas a uma lembrança &#8220;recordativa&#8221; daquilo que um dia conheceu o seu fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/12/natal.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-586" style="border: 1px solid black; margin: 5px;" title="natal" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/12/natal.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a>A vida é composta por inúmeras realidades às quais nada nos resta fazer, apenas lidar com elas e ir vivendo passo a passo cada momento.</p>
<p>Uma dessas realidades é que tudo o que existe um dia terá um fim, e dessa existência restará apenas a uma lembrança &#8220;recordativa&#8221; daquilo que um dia conheceu o seu fim e que agora pertence ao passado.</p>
<p>E é precisamente isso o que o calendário nos reserva, o fim de algo.</p>
<p>Obviamente que falo deste ano que proximamente terá os seus das contados para um desfecho, que originará o iniciar de um novo ano.</p>
<p>Mas antes desse acontecimento, ainda somos brindados com dois dias e festividade ao qual chamamos de Natal.</p>
<p>Quem me conhece sabe, sem qualquer dúvida, que para mim o Natal é um dia tão normal como outros tantos, não que eu negue os aspectos religiosos desta data, mas sim porque o mundo teve a ousadia de alterar, na totalidade, o verdadeiro significado da época natalícia.<br />
Já foi o tempo em que esperava, inocentemente, pela hora de poder abrir os tão desejados presentes junto da minha família.</p>
<p>Inocentemente porque eu era apenas uma criança que, como qualquer criança, adorava receber presentes, especialmente no Natal pois eram em maior quantidade.</p>
<p>Só que naquele tempo eu não tinha consciência de que o Natal era apenas uma época de hipocrisia entre as pessoas.</p>
<p>No sentido religioso o Natal é a celebração do nascimento de Cristo e a comemoração desse mesmo acontecimento, sem qualquer valor comercial e/ou material.</p>
<p>Mas, no sentido &#8220;moderno&#8221;, o Natal é apenas comercial para as pessoas gastarem inúmeras quantidades de dinheiro em presentes que, para elas, transmitem os seus sentimentos para com as pessoas presenteadas.</p>
<p>Realidade essa que tem perdurado anos e anos, e que não mostra sinais de ter um fim.</p>
<p>Muitos discordarão e mim, aqueles que se deixaram cegar pelo espírito comercial do Natal, esquecendo o real espírito natalício que envolve a “fraternidade”, a “humildade”, o “carinho”, o “amor ao próximo” e a “união”.</p>
<p>Mas a verdade é que muitas pessoas só se lembram dos outros apenas dois dias por ano, ou seja, nesta época.</p>
<p>Porque será…</p>
<p>Durante o longo ano que passou esquecem-se dos outros passando dias e dias sem mostrarem qualquer tipo de sentimento ou preocupação.</p>
<p>Porque é que as pessoas só se lembram de felicitar os outros, com presentes, quando chega o Natal?</p>
<p>Porque é que as pessoas só mostram os seus sentimentos perante os outros apenas nesta época?</p>
<p>O pior é que ninguém sabe responder a estas perguntas, pois estão completamente cegas e possuídas pelo materialismo da época natalícia, deixando o ano inteiro de reserva para elas mesmas.</p>
<p>No entanto deixo aqui os meus votos de um Feliz Natal, e que o ano novo que se avizinha entre repleto de momentos bons e de muita saúde.</p>
<p>Sejam felizes e façam os outros igualmente felizes, só assim conseguiram conquistar a verdadeira felicidade.</p>
<p>Não se esqueçam:</p>
<p>Durante o novo ano lembrem-se mais dos outros e não deixem para o Natal o que podem fazer ao longo do ano, mostrar amor e carinho pelos outros.</p>
<p>Até lá, sejam felizes.</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
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		<title>Testemunho</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 16:45:19 +0000</pubDate>
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Para espanto meu, eles queriam o meu testemunho para um artigo que estavam a fazer.
Um artigo sobre a Tropa, que iria sair na revista “Domingo” do jornal “Correio da Manhã”.
Porque não? Obviamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na passada semana, enquanto fazia os meus deveres laborais, fui contactada via e-mail por uma jornalista, de nome Marta Silva, do jornal “Correio da Manhã”.</p>
<p>Para espanto meu, eles queriam o meu testemunho para um artigo que estavam a fazer.</p>
<p>Um artigo sobre a Tropa, que iria sair na revista “Domingo” do jornal “Correio da Manhã”.</p>
<p>Porque não? Obviamente que me disponibilizei para colaborar com eles, dando o meu testemunho enquanto militar do Exército Português.</p>
<p>Mostrei-lhes por palavras a Marta antes, durante, e depois da tropa.</p>
<p>E eis que, no Domingo, dia 18/10/2009, na revista do jornal “Correio da Manhã” saiu um excelente artigo, de título “Os novos Magalas”.</p>
<p>Após folhear algumas páginas, dei comigo a viver alguns momentos “militares”, a cada letra que os meus olhos iam absorvendo.</p>
<p>Incrível, cada testemunho ali reportado fez-me recordar inúmeros momentos que estavam bem lá no fundo, no meu baú memorial.</p>
<p>E, ao ver-me ali, senti um arrepio a dominar-me por completo pois senti que o sangue militar ainda corre nas minhas veias.</p>
<p>Para recordar, e para quem não teve oportunidade de ver o artigo na revista, coloco aqui uma parte desse mesmo artigo, o meu testemunho.</p>
<p>Aproveito para o dedicar a todos os meus amigos e camaradas, que sempre estiveram do meu lado, antes da tropa, no decorrer da minha vida militar e após ter deixado a farda para voltar à vida civil.</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/10/artigoCaboCosta1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-384" title="artigoCaboCosta" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/10/artigoCaboCosta1.jpg" alt="artigoCaboCosta" width="525" height="392" /></a><a></a></p>
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		<title>Venci!</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:36:05 +0000</pubDate>
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Durante a minha ausência aqui, no nosso cais, entreguei-me à reflexão e ao descanso enquanto vivia o combate à depressão que teimou em me perseguir.
Com o passar dos dias senti a necessidade imensa de expor em letras o que ia sentindo e vivendo durante a minha batalha, mas não arrisquei pois tinha receio do resultado.
Contudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a><img class="alignleft size-full wp-image-360" title="Sem título" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/10/Sem-título.JPG" alt="Sem título" width="314" height="454" /></a></p>
<p>Durante a minha ausência aqui, no nosso cais, entreguei-me à reflexão e ao descanso enquanto vivia o combate à depressão que teimou em me perseguir.<strong></strong></p>
<p>Com o passar dos dias senti a necessidade imensa de expor em letras o que ia sentindo e vivendo durante a minha batalha, mas não arrisquei pois tinha receio do resultado.</p>
<p>Contudo, cá estou eu de volta.</p>
<p>Venci!</p>
<p>Lutei e venci a maldita depressão que atormentou a minha mente.</p>
<p> </p>
<p>Venci um mundo obscuro e triste que, no final, só me deu ainda mais força e vontade em encontrar e conquistar a felicidade.</p>
<p>Venci a dor e sofrimento que a depressão derramou na minha vida, e na minha alma.</p>
<p>Ultrapassei a barreira que me separava da alegria e do bem-estar.</p>
<p>Hoje, graças à minha força espiritual e à ajuda de terceiros, renasci para a vida e para mim própria.</p>
<p>Fugi das trevas do medo e do sofrimento, e hoje sou uma nova Marta.</p>
<p>Uma Marta com força dupla em viver e vencer os obstáculos da vida.</p>
<p>Força esta que é o honrado troféu desta minha vitória, que hoje me faz ver a vida com uma imagem ainda mais positiva, e com um estímulo ainda maior em vivê-la intensamente.</p>
<p>Hoje sou forte o suficiente para impedir que algo de mal afecte o meu espírito e a minha vontade de viver.</p>
<p>Como disse Platão: <em>“Vencer a si próprio, é a maior vitória”</em>.</p>
<p>Além de eu ter vencido o mal da depressão também venci a mim própria, pela diminuta visão sobre a claridade das coisas desta vida.</p>
<p>Essa é a minha maior vitória pois sei que a partir de agora viverei a vida ainda com mais harmonia.</p>
<p>Não quero ser glorificada pelo universo por esta minha vitória, pois ela é só minha e só a mim me dá o prazer de a sentir.</p>
<p>Contudo, quero dizer ao universo que estarei preparada para novas batalhas onde sei que as vitórias serão minhas.</p>
<p>Sou uma nova <em>Marta</em>, cheia de vontade de olhar dia após dia para o sol, e dizer o quanto o amo e o quanto me alegro ser merecedora de o ver e sentir todos os dias.</p>
<p>Uma <em>Marta</em> cheia de vontade em adormecer com os pensamentos entregue à minha amiga Lua, que me abriga e protege da escuridão da noite.</p>
<p>Hoje sou forte e persistente como, o meu amante, o mar!</p>
<p>E como seu reflexo, irei lutar contra os obstáculos e dificuldades que me enfrentarão nesta vida, e no fim subirei ao cimo mais alto para dizer ao mundo:</p>
<p>“Venci novamente e sempre vencerei!”</p>
<p>Agradeço a todos os que me apoiaram nesta fase menos fácil da minha vida, e especialmente e ti Pai, que sempre ouviste os meus desabafos e nunca me abandonaste! Obrigado meu Pai do céu!</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
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		<title>Momento Depressivo</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 18:05:59 +0000</pubDate>
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A nossa vida é gerida com o desenvolver de situações que, de certa forma, nos vão influenciando.
Todas as nossas tomadas de decisão vão-se acumulando, e vão definindo e caracterizando o que somos na verdade.
Contudo, há certos momentos em que nos vimos obrigados a abrandar, na tentativa de retirar o peso desse acumular de situações da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/06/depressao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-354" title="depressao" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/06/depressao.jpg" alt="depressao" width="300" height="452" /></a></p>
<p>A nossa vida é gerida com o desenvolver de situações que, de certa forma, nos vão influenciando.</p>
<p>Todas as nossas tomadas de decisão vão-se acumulando, e vão definindo e caracterizando o que somos na verdade.</p>
<p>Contudo, há certos momentos em que nos vimos obrigados a abrandar, na tentativa de retirar o peso desse acumular de situações da nossa vida.</p>
<p>Tudo o que vivemos, passamos ou sentimos, vai-se depositando na secção sentimental e espiritual, cabendo a nós saber gerir e organizar.</p>
<p> </p>
<p>Tal como tudo na vida, as coisas boas e más aparecem sem que tenham um pré-aviso de chegada.</p>
<p>Mas têm sempre alojamento na nossa vida, em nós mesmos.</p>
<p>Nenhum de nós foge à regra, pois a nossa vida é uma pura variante de momentos bons e menos bons.</p>
<p>E quando tomamos realidade disso, vemo-nos naquela fase da vida em que somos obrigados a um retiro espiritual e pessoal. Retiro esse, obrigatório, que é simplesmente uma consequência de um momento depressivo que vivenciamos.</p>
<p>Momento esse em que a nossa mente e o nosso espírito juntam-se e aliam-se a uma depressão, que nos obriga a sentir sentimentos depressivos e de energia negativa.</p>
<p>E eu, mero mortal, deixei-me levar pelos sentimentos e pelas situações da minha vida, encontrando-me agora num momento depressivo.</p>
<p>Eis a explicação da minha ausência aqui no meu/nosso Cais do Pensamento.</p>
<p>Até a caneta me abandonou, pois recusa-se a entregar-se a cada linha das folhas do meu caderno de divagações.</p>
<p>Ela não tem culpa, pois a minha inspiração recusa-se a exercer os momentos necessários para que ela possa entregar-se em palavras a cada linha do meu caderno.</p>
<p>A única culpada sou eu, que me deixei cair na depressão, como uma folha que se deixa cair do cimo de uma árvore.</p>
<p>Tal como essa folha, eu sinto-me em baixo e perdida no meio de tanta folhagem, na esperança da chegada de uma rajada de vento que me possa elevar, para me poder levantar deste sentimento frio e pesado.</p>
<p>Neste momento há quem me pergunte onde coloquei todos os meu pensamentos positivos e de força, que tanto lhes transmitia.</p>
<p>E eu repondo-lhes que esse pensamentos também se renderam a este maldito momento depressivo.</p>
<p>Sei muito bem que eles continuam dentro de mim, pois sinto-lhes a força e poder, mas estão congelados pelo sentimento triste e frio de uma depressão que apareceu sem avisar.</p>
<p>Por breves momentos os sentimentos positivos, que em mim habitam, dão sinal de si para me mostrarem que ainda estão vivos, mas no momento seguinte eles perdem as forças e voltam a gelar, dando o seu lugar aos pensamentos tristes e negativos. Estes altos e baixo só alimentam, cada vez mais, esta depressão que não baixa armas.</p>
<p>Tem alturas em que me olho ao espelho e não encontro motivo ou explicação para a minha existência, e dou comigo a desejar ir para o outro mundo onde lideram sentimentos de Paz.</p>
<p>No entanto, e mesmo sem ter partido para esse mundo, dou comigo numa auto-critica por eu desejar uma coisa tão impensável num ser de vida e ainda tem muita para viver e reviver.</p>
<p>É nesse momento que volta a acender a luz indicadora da minha energia positiva, mesmo que ela se acenda apenas por breves momentos.</p>
<p>Talvez seja ela que ainda me mantém aqui a respirar e a lutar contra esta maldita depressão.</p>
<p>Sabendo eu que sozinha não sou nada, e que com a ajuda de terceiros poderei expulsar esta “virose depressiva” que anda por aí, vou-me aliar então a essa ajuda e fazer um retiro espiritual e pessoal.</p>
<p>Esperançada em recarregar as minhas energias, renascendo desta vez mais forte e de Karma no seu auge.</p>
<p>Apesar deste meu retiro, e pausa nas divagações, desejo que quando eu voltar vos possa encontrar neste meu/nosso cantinho.</p>
<p>Até lá…Sejam felizes!</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
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		<title>O que (realmente) somos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 23:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martacosta</dc:creator>
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Muito do que somos vai para além do que, simplesmente, seres mortais revestidos de pele, carne e osso.
Somos bem mais do que meros seres vivos, em eterna busca de razões existenciais.
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<p>Muito do que somos vai para além do que, simplesmente, seres mortais revestidos de pele, carne e osso.</p>
<p>Somos bem mais do que meros seres vivos, em eterna busca de razões existenciais.</p>
<p>Mesmo vivendo por debaixo de uma imagem da qual é reflectida no espelho, em conformidade com as características mais superficiais de cada um.</p>
<p>Mas o que não vemos nesse espelho é o reflexo do que realmente somos.</p>
<p>Pois somos algo mais do que aquilo que vemos!</p>
<p> </p>
<p>Muitas pessoas dão plena importância à imagem e ao aspecto físico, tornando-se assim em pessoas meramente superficiais.</p>
<p>No entanto, e devido a essa obsessão pelo aspecto exterior, esquecem-se de cultivar o seu mais profundo, e verdadeiro, ser.</p>
<p>Esse cultivo é a simples dedicação e melhoramento do verdadeiro “eu”.</p>
<p>Nos decorrentes tempos socializamos e vivemos com inúmeras pessoas que, na sua maioria, são pessoas superficiais em que evocam toda a sua atenção e cuidado a serem bem-parecidas e, por conseguinte, admiradas por terceiros.</p>
<p>Percorrem o seu caminho cruzando-se com outros caminhos, mostrando o que são, ou melhor, o que aparentam ser.</p>
<p>Tudo por um único objectivo de carácter exterior e material.</p>
<p>Na verdade, o que muitas pessoas fazem é camuflar o que realmente são por entre pinturas e bens materiais, na esperança de se afirmarem perante os demais.</p>
<p>Contudo, esquecem-se de algo muito importante que é o facto de que nada é mais verdadeiro e puro do que o nosso íntimo ser.</p>
<p>Mas, com o tempo, esse mais profundo ser virá à superfície e, sem qualquer hesitação, desvendará o que há por detrás daquele “aparato” todo.</p>
<p>Aí, descobrimos que essas pessoas superficiais não passam de frustrados com a vida, pois a nível espiritual e pessoal criaram um desequilíbrio que só é “esquecido” com a criação de uma boa imagem.</p>
<p>Isto tudo porque se esqueceram do cultivo do seu íntimo e do seu ser mais profundo e verdadeiro.</p>
<p>Cultivo esse que deveria ser um hábito saudável de cada um, a cada novo dia das suas vidas.</p>
<p>Só através desse cultivo espiritual e pessoal é que podemos ser consideradas pessoas bonitas aos olhos dos outros.</p>
<p>A criação de um equilíbrio no nosso mais verdadeiro e profundo ser, só será possível se estivermos em Paz e Harmonia connosco mesmos, com os outros e com o mundo.</p>
<p>Essa harmonia é conquistada pela “luta” constante da negação do mal, e pela prática e aceitação constante do bem.</p>
<p>Sempre que praticarmos o bem e sempre que construirmos sentimentos saudáveis, estamos a criar uma forte energia harmoniosa dentro de nós, e isso irá reflectir-se no mundo e aos olhos dos outros.</p>
<p>Desta maneira seremos, verdadeiramente, admirados pelos outros.</p>
<p>Pois com a nossa alma de braços abertos ao bem, tornamo-nos em pessoas boas de coração e belas de espírito, e essa será a nossa mais pura beleza.</p>
<p>Caso contrário, se nos aliarmos ao poder do mal e se mantivermos sentimentos maliciosos dentro de nós, só iremos construir a nossa rejeição perante os outros e perante a nossa própria vida, que só nos trará coisas más pois é com elas que vivemos interiormente.</p>
<p>Com isto, acabamos por nos tornar em pessoas más e feias, mesmo que tenhamos a satisfação material e superficial.</p>
<p>A beleza de uma pessoa não se vê no seu aspecto exterior, pois só se criam sentimentos e/ou relações superficiais.</p>
<p>A verdadeira beleza de uma pessoa está no seu interior, no seu mais profundo e puro ser.</p>
<p>Uma pessoa de beleza pura é aquela que faz tudo com o coração e com a alma pura de honestidade.</p>
<p>Essa sim será uma pessoa de bem com a vida e com os outros, pois sabe o que é construir e manter relações saudáveis e verdadeiras, onde a base será a honestidade e não a aparência.</p>
<p>O primeiro, e principal, passo para que cada um possa mostrar e revelar a beleza que todos nós possuímos, é expulsar o mal e praticar todos os dias o bem.</p>
<p>Fazendo desse mesmo bem um modo saudável de vida!</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
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